Obras iniciadas às vésperas da eleição diminuem de ritmo após conclusão do primeiro turno. Pelo menos sete acessos a municípios estão parados.
Não era preciso ter os dotes da Mãe Diná ou do Polvo Paul para saber que isso iria acontecer. As obras de pavimentação dos acessos municipais no Rio Grande do Sul diminuíram rapidamente o ritmo após o final do primeiro turno das eleições.
Tentando conquistar uns votinhos nas cidades que precisam destas obras, a governadora e candidata a reeleição Yeda Crusius (PSDB) apostou fichas no asfaltamento das RS. Como o resultado foi a eleição de Tarso Genro (PT) de cara, no primeiro turno, a prioridade parece ter deixado de existir.
Matéria da Zero Hora da última quinta-feira (dia 28) aponta que pelo menos sete cidades estão com as obras paradas. Outras tantas com ritmo lento. Dados da Famurs e contestados pelo Daer. Mas é só dar uma passadinha pelas estradas estaduais para ver que o empenho não mais aquele de setembro.
Para quem se deixou levar pela promessa de última hora, cabe um aviso: o asfaltamento está devagar ainda sob o atual governo. Portanto, não adianta depois chorar as pitangas botando a culpa na derrota de Yeda (ou vitória de Tarso). Se a melhoria dos acessos fosse realmente uma preocupação do atual governo, as obras estariam no mesmo ritmo acelerado pré-eleição.
Agora os prefeitos e moradores destas cidades precisam torcer para que o futuro governador dê continuidade à pavimentação. E depois Tarso e Yeda que se virem na hora de colher as glórias da obra concluída.
Nenhum comentário:
Postar um comentário