Em Pelotas tem nêgo se julgando ombudsman do jornalismo local. Tenta ensinar o que é certo e se mostra a única alternativa de bom jornalismo. Uma piada.
Ô raça desgraçada é jornalista! Escrevo isso sem qualquer pudor porque essa é a minha profissão e, mesmo tendo pouco tempo de carreira, acredito que posso falar da minha categoria.
O sujeito quando está na universidade cursando Comunicação ou Jornalismo, tem uma impressão de que tão logo saia da colação de grau trabalhará na mais nobre das profissões do planeta. "Vou cobrir eventos importantes, testemunhar a História enquanto ela acontece, conhecer gente importante...". Puá! Balela...
Sabe o que vai acontecer, mizifio? Tu até pode fazer um pouco daquilo que imaginou entre uma cerveja e outra nos intervalos das aulas, só que a maior parte do tempo vai é conviver e, pior, ter que ler/ouvir muito do que estes outros jornalistas tem a dizer. É isso. E, como eu disse lá no início, jornalista é um bicho desgraçado. Em geral, são sujeitos que se amam tanto que devem terminar cada texto achando aquilo uma obra de arte.
Tenho a sorte de conhecer muita gente boa, caras que certamente tem talento pra estar no lugar de muitas toupeiras que ocupam espaço nas redações e assessorias. Mas nestes poucos anos de jornalismo também já conheci cada mala - e cada mula!
Em Pelotas, por exemplo, tem nêgo se julgando ombudsman do jornalismo local. Tenta ensinar a todos o que é certo e se mostra a única alternativa de bom jornalismo, mas na prática cai nas mesmas armadilhas daqueles a quem critica. Uma piada.
Pelo menos isso prova que um dos objetivos do jornalismo é real: o furo. Só que, no caso dos malas, a busca é por um furo deixado pelos "colegas". Só assim estes jornalistas conseguem se sentir superiores e contentes com a profissão.
Que raça, hein ôôô...
Blog de volta
Depois de um bom tempo parado, retomo as atividades do blog. Vou aproveitar que está sobrando tempo até a chegada da Fênix 3.
Um comentário:
Dá-lhe Peraça! Muito bom.
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