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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Frutas e livros

Não sei quando nem com quem. Só sei que em algum momento da vida me disseram que uma boa maneira de adquirir o hábito de comer frutas seria as colocando em um lugar bem visível, por onde a gente passe a toda hora. Assim, ao invés de precisar lembrar que aquela bergamota está guardada na geladeira a cada vez que dá vontade de comer algo fora de hora, estamos enxergando ela a todo momento. E comemos.

Há pouco mais de dois meses tenho aplicado isso em casa.

Mas acabei descobrindo que essa mesma prática pode se adaptar também a outras coisas. Livros, por exemplo. Tenho uma quantidade razoável deles ainda aguardando leitura. Estavam todos encaixotados há quase um ano, desde a última mudança. Dia desses resolvi organizá-los em lugar acessível, ao alcance dos olhos a todo o momento. Resultado: a preguiça deu lugar à vontade de partir para o ataque e zerar a dívida com as prateleiras do quarto/escritório.

Não sei até quando vai durar esse apetite pelas frutas e livros. Só sei que, por enquanto, a combinação entre bergamotas e Eduardo Galeano tem sido bastante interessante.

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