Fotos: Ag. Estado / Luis Acosta (AFP)
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| Contra Palmeiras e Millonários, nem a pressão do velho Olímpico fez com que o Grêmio de Luxemburgo confirmasse o favoritismo. |
Descontemos toda a emocionante festa antes do jogo, o choro e as homenagens que se seguiram após o apito final de Héber Roberto Lopes. O que fica da despedida do Estádio Olímpico Monumental é a frustração de ver o Grêmio, mais uma vez, não superar uma equipe inferior – sem qualquer corneta, as atuações anteriores e a posição na tabela confirmam isso. E dessa vez com o adversário tendo dois jogadores a menos. Novamente o time bateu na trave na hora de alcançar um dos objetivos traçados. Escaparam a vice-liderança do Brasileirão e a vaga direta à fase de grupos da próxima Libertadores.
O Grêmio de 2012, com o até então inimaginável comando de Vanderlei Luxemburgo, foi assim. Quando mais precisou vencer, quando sentiu mais intensamente o cheiro do sucesso, falhou. E o mais impressionante: não foi determinante para as frustrações deste ano o peso da camisa adversária. O time escorregou contra pequenos, médios e grandes, inclusive quando do outro lado estavam esquadras que hoje figuram entre as rebaixadas do Brasileirão. Vejamos o retrospecto do Grêmio de Luxemburgo nos jogos mais importantes do ano:

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