A Globo dá hoje um passo ousado - e arriscado - em busca de maior proximidade com o telespectador. O RJTV , noticiário local do Rio, passa a ser feito sem teleprompter (TP) - monitor onde o apresentador lê as notícias. A estratégia é uma aposta na informalidade. Hoje, só a edição paulista do Globo Esporte não tem TP. Outras emissoras testaram o recurso, caso da Cultura, em 2007, mas abandonaram a ideia após sucessivos erros no ar. O desafio caberá a Ana Paula Araújo, que volta à bancada. Ela terá ajuda de comentaristas, com o enfoque popular, na prestação de serviço.
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No GE deu certoPor incrível que pareça, no Globo Esporte de São Paulo a apresentação sem TP funciona melhor do que a edição carioca/nacional, com o teleprompter.
Enquanto a versão paulista com Tiago Leifert (foto) ficou mais informal e os erros passam quase despercebidos, o GE com a Glenda Koslowski tenta passar a mesma sensação sem resultado igual. Ela manda bem, mas dá pra perceber em alguns momentos quando a coisa sai do rumo.
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