O vereador da cidade de Rio Grande, Carlos Fialho Mattos (PPS), conhecido como Patola, teve seu carro abordado no domingo (22) pela Brigada Militar. No cinzeiro do automóvel os policiais encontraram uma sobra de um cigarro de maconha. O parlamentar defendeu-se alegando que não sabia da droga e que a mesma pertencia a um parente.
Uma denúncia anônima correu a sessão desta quarta da Câmara de Vereadores, que foi suspensa. Naquele momento Patola informou que a denúncia era dele, mas tratava-se apenas de um atraso no pagamento do IPVA de seu carro.
O caso não passou pela Polícia Civil. Usando um direito assegurado pela Secretaria de Justiça do Estado, o policial que realizou a ocorrência elaborou um Termo Circunstanciado (TC) e encaminhou diretamente à Justiça, o que não é a prática mais comum, já que normalmente o delegado de plantão é quem decide se o caso é de posse de drogas ou algum outro crime.
Agora, a Câmara deve instaurar inquérito para apurar o caso. Não está descartada a possibilidade de ocorrer a cassação do mandato de Patola. A Polícia Civil também realizará uma apuração do caso para verificar quem realizou a denúncia anônima envolvendo a entidade.
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História estranha
Pior que a curiosa história do resto de maconha no carro do vereador é o texto da matéria. Uma confusão só. Afinal, o que significa "uma denúncia anônima correu a sessão desta quarta da Câmara de Vereadores"? Que denúncia foi essa? E partiu do próprio vereador envolvido no flagra? Não entendi.
Bizarro. A história e a matéria.
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